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Verdão na “sofrência” com bolas aéreas

A terceira derrota seguida na temporada, a última sofrida para o Paraná Clube, quarta-feira (7), no clássico realizado na Vila Capanema, fez o Coritiba reviver velhos fantasmas. Na verdade, nem tão velhos, já que o clube vem de um rebaixamento recente à segunda divisão do Campeonato Brasileiro do ano passado e não dá muitas perspectivas que poderá, já neste primeiro ano disputando a Série B, conseguir o retorno à elite. Falhas e erros que se repetem sob o comando da nova diretoria, agora liderada pelo presidente Samir Namur.

Talvez o grande problema do Coxa neste começo de 2018 seja minimizar demais os erros e as atuações irregulares, e supervalorizar as boas apresentações. Esses bons momentos, aliás, foram raros neste início de ano, mas a falta de qualidade do Campeonato Paranaense fez o Alviverde conquistar a Taça Dionísio Filho, que corresponde ao primeiro turno do Estadual.

Diante do Tricolor, que havia vencido apenas uma partida até agora na temporada, o técnico Sandro Forner lamentou o resultado, mas não criticou de forma mais dura a atuação pouco produtiva do time. Diante da falta de qualidade do seu elenco, que é formado na sua maioria por jogadores mais jovens e vindos das categorias de base, o Coritiba foi moldado para jogar mais defensivamente e a falta de poder de fogo é cada vez mais visível.

“Na questão da parte ofensiva, a gente tem chegado até o último terço várias vezes, mas ali falta um passe, um drible ou uma finalização melhor. É um problema que a gente vem trazendo há algum tempo. O tempo de treino é bem escasso. É uma situação que a gente precisa melhorar”, justificou o treinador alviverde.

O Coxa, nos últimos jogos, voltou a viver alguns pesadelos defensivos que foram bem presentes na campanha que resultou no rebaixamento à Série B. As bolas aéreas viraram um tormento e foram decisivas nas derrotas sofridas para Maringá e Paraná Clube nas duas primeiras rodadas da Taça Caio Júnior.

“Esses detalhes fazem a diferença, sempre vão fazer. No tempo que a gente tem, tem tentado melhorar a bola parada, mas tem faltado. Nos jogos em que a gente tem perdido, tem feito a diferença. Os gols de bola parada é uma questão que preocupa bastante”, explicou Forner.

Foco na Copa do Brasil

Campeão do primeiro turno e já garantido na final do Paranaense, o Coritiba terá que se superar nas três rodadas que faltam para conseguir ir à semifinal do segundo turno. Por isso, no duelo de domingo, contra o Foz do Iguaçu, no Couto Pereira, o comandante alviverde deve escalar de novo um time reserva. Isto porque na quarta-feira que vem, o Verdão decide a sua passagem para a quarta fase da Copa do Brasil diante do Goiás, dentro de casa, precisando vencer por dois gols de diferença para se classificar.

O treinador admitiu a necessidade de priorizar a competição nacional, mas quer que o Coritiba dê uma resposta positiva na reta final do segundo turno do Estadual.

“Nós precisamos dar uma resposta no Paranaense, não podemos ter esses resultados, porque o Coritiba é uma equipe grande. Precisamos ter melhores resultados, mas o objetivo maior é o Goiás, por tudo o que envolve este jogo”, concluiu.

Talvez o grande problema do Coxa neste começo de 2018 seja minimizar demais os erros e as atuações irregulares, e supervalorizar as boas apresentações. Esses bons momentos, aliás, foram raros neste início de ano, mas a falta de qualidade do Campeonato Paranaense fez o Alviverde conquistar a Taça Dionísio Filho, que corresponde ao primeiro turno do Estadual.

 Diante do Tricolor, que havia vencido apenas uma partida até agora na temporada, o técnico Sandro Forner lamentou o resultado, mas não criticou de forma mais dura a atuação pouco produtiva do time. Diante da falta de qualidade do seu elenco, que é formado na sua maioria por jogadores mais jovens e vindos das categorias de base, o Coritiba foi moldado para jogar mais defensivamente e a falta de poder de fogo é cada vez mais visível.

“Na questão da parte ofensiva, a gente tem chegado até o último terço várias vezes, mas ali falta um passe, um drible ou uma finalização melhor. É um problema que a gente vem trazendo há algum tempo. O tempo de treino é bem escasso. É uma situação que a gente precisa melhorar”, justificou o treinador alviverde.

O Coxa, nos últimos jogos, voltou a viver alguns pesadelos defensivos que foram bem presentes na campanha que resultou no rebaixamento à Série B. As bolas aéreas viraram um tormento e foram decisivas nas derrotas sofridas para Maringá e Paraná Clube nas duas primeiras rodadas da Taça Caio Júnior.

“Esses detalhes fazem a diferença, sempre vão fazer. No tempo que a gente tem, tem tentado melhorar a bola parada, mas tem faltado. Nos jogos em que a gente tem perdido, tem feito a diferença. Os gols de bola parada é uma questão que preocupa bastante”, explicou Forner.

Foco na Copa do Brasil

Campeão do primeiro turno e já garantido na final do Paranaense, o Coritiba terá que se superar nas três rodadas que faltam para conseguir ir à semifinal do segundo turno. Por isso, no duelo de domingo, contra o Foz do Iguaçu, no Couto Pereira, o comandante alviverde deve escalar de novo um time reserva. Isto porque na quarta-feira que vem, o Verdão decide a sua passagem para a quarta fase da Copa do Brasil diante do Goiás, dentro de casa, precisando vencer por dois gols de diferença para se classificar.

O treinador admitiu a necessidade de priorizar a competição nacional, mas quer que o Coritiba dê uma resposta positiva na reta final do segundo turno do Estadual.

“Nós precisamos dar uma resposta no Paranaense, não podemos ter esses resultados, porque o Coritiba é uma equipe grande. Precisamos ter melhores resultados, mas o objetivo maior é o Goiás, por tudo o que envolve este jogo”, concluiu.

 

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