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Maior driblador da Copa América, Everton bate Messi com 153 min a menos em campo pelo Brasil

Titular apenas na terceira partida do Brasil, Everton é um dos artilheiros da Copa América – ao lado de mais nove jogadores, todos 10 empatados com dois gols na competição – e lidera à frente de ninguém menos que Messi a estatística de dribles numa competição marcada por poucos gols e jogadas individuais.

Cebolinha levou a melhor em 16 tentativas de dribles contra os adversários – completou 64% das vezes em que enfrentou os marcadores -, três vezes a mais do que o craque argentino. E isso com 207 minutos em campo – 153 a menos do que Lionel Messi, que atuou todo o tempo nas quatro partidas. A lista de maiores dribladores da competição ainda tem os colombianos James Rodrigues e Cuadrado, além de Gabriel Jesus, todos com 12 dribles bem sucedidos.

Everton passa por dois no empate por 0 a 0 com o Paraguai: Cebolinha tem sido atração da seleção brasileira — Foto: Vinícius Costa/BP Filmes.

Everton passa por dois no empate por 0 a 0 com o Paraguai: Cebolinha tem sido atração da seleção brasileira — Foto: Vinícius Costa/BP Filmes.

A rapidez e criatividade no mano a mano do atacante gremista preocupa o técnico Lionel Scaloni. Em quatro jogos, ele colocou três jogadores diferentes na lateral direita – dois laterais (Renzo Saravia contra Colômbia e Catar, Milton Casco diante do Paraguai) e um zagueiro improvisado (Juan Foyth diante da Venezuela).

– Agora o Brasil tem o Everton, que é uma aparição muito boa frente à ausência de Neymar. É um jogador a ser considerado – disse o técnico em coletiva de imprensa, após a classificação às semis.

O lado direito da defesa argentina vinha sendo um problema nesta Copa América, mas se comportou bem diante da Venezuela. Os três gols sofridos pela seleção alviceleste no torneio foram por ali – dois da Colômbia e um do Paraguai.

O técnico Lionel Scaloni começou a Copa América com Saravia no setor, mas no segundo jogo optou pela entrada de Casco. A experiência também não deu certo e ele voltou atrás na partida contra o Catar.

Nas quartas de final, sem poder contar com Saravia, que tinha dores na região lombar, ele optou por escalar o zagueiro Foyth, de apenas 21 anos, improvisado. Apesar de ter menos participação ofensiva do que os demais – confira a diferença de participação ofensiva nos quadros abaixo, retirados do site Sofascore -, o jogador do Tottenham teve boa atuação no Maracanã e pode ser mantido como titular contra o Brasil na terça-feira.

Saravia e Casco avançam mais, e Foyth, zagueiro improvisado, sai pouco — Foto: Site Sofascore

Saravia e Casco avançam mais, e Foyth, zagueiro improvisado, sai pouco — Foto: Site Sofascore

Confira as estatísticas defensivas de cada um

Renzo Saravia

Colômbia 2 x 0 Argentina

  • 2 cortes
  • 1 interceptação
  • 1 desarme
  • 3 dribles sofridos
  • 3 faltas cometidas

Catar 0 x 2 Argentina

  • 1 corte
  • 5 interceptações
  • 1 desarme
  • 2 dribles sofridos
  • 0 falta

Milton Casco

Argentina 1 x 1 Paraguai

  • 0 corte
  • 0 interceptação
  • 2 desarmes
  • 0 drible sofrido
  • 2 faltas

Juan Foyth

Venezuela 0 x 2 Argentina

  • 5 cortes
  • 0 interceptação
  • 6 desarmes
  • 2 dribles sofridos
  • 1 falta
  • Fonte : Globo.com

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