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Capitão do time, Fabrício mostra identificação com a camisa do Paraná e recupera bom futebol

Um dos líderes e principais jogadores do Paraná em 2020, o zagueiro Fabrício renovou seu contrato até o final de 2021. Com isso, o defensor ficará um pouco mais de dois anos nesta sua segunda passagem pelo clube e também aumentará sua identificação com a camisa paranista.

Entre a primeira vez que jogou pelo Tricolor e esta volta, foram 11 anos. Em 2008, ele veio por empréstimo do Flamengo, em uma negociação que envolveu a ida do meia-atacante Everton, atualmente no São Paulo. No pacote, além do zagueiro, o volante Rômulo e o atacante Éder vieram para o Paraná. Mas foi o defensor quem mais se destacou.

Então com apenas 18 anos, Fabrício já mostrava ser um xerifão. Mesmo sendo tão novo, chegou a usar a braçadeira de capitão na época. No total, foram 17 partidas na Série B daquela temporada, e dois gols marcados. As boas atuações chamaram a atenção e ele não ficou em 2009.

Fabrício em treino na primeira passagem pelo Paraná, em 2008. Foto: Allan Costa Pinto/Arquivo

Voltou ao Flamengo e logo foi emprestado para o Hoffenheim, da Alemanha. Depois, rodou o Brasil e o mundo, defendendo Palmeiras, Cruzeiro, Athletico, Vasco, Vitória, Fluminense, Red Bull Bragantino e Guarani, além do Partizan, da Sérvia, Muangthong United, da Tailândia, Astra, da Romênia, Omonja, do Chipre, Aqtope, do Cazaquistão, e Veracruz, do México.

Também jogou o Mundial sub-20, em 2009, quando era reserva da seleção brasileira e atuou em duas partidas. Mas o início promissor da carreira não engrenou como se esperava. Teve alguns anos de destaque, como em 2010, por Flamengo e Palmeiras, quando entrou 36 vezes em campo, no Vitória, em 2013, no Partizan, em 2016, e no Astra, em 2017.

Só que em nenhum outro clube teve a identificação dos tempos de Tricolor. Até que em 2019 foi repatriado. Por conta de um problema na documentação, que ficou presa no México, só atuou em três jogos na Série B do ano passado.

Seguro na defesa, Fabrício também vem sendo arma no ataque e já marcou dois gols em 2020. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/Tribuna do Paraná

Para 2020, a diretoria fez uma reformulação no elenco e Fabrício foi um dos remanescentes. Assumiu a braçadeira de capitão e se tornou o líder do jovem elenco. Aos 30 anos, vai recuperando aquele bom futebol de 2008 e reconquistou a torcida.

Somando as duas passagens, já são 30 jogos com a camisa paranista e cinco gols marcados. Agora, durante a paralisação do futebol, o zagueiro vem cumprindo as orientações do clube para manter a preparação física, mas confia que, quando a bola voltar a rolar, seguirá com as boa atuações.

“Estou muito feliz com esse acordo. Acredito no projeto do Paraná Clube e tenho certeza que temos tudo para fazer uma grande temporada. No momento, o importante é nos cuidarmos, na alimentação e seguindo o protocolo de treinos que nos foi passado pela comissão técnica”, disse ele, ao site oficial do Paraná.

Por onde andam?

Junto com Fabrício, vieram em 2008 o volante Rômulo e o atacante Eder. O primeiro encerrou a carreira precocemente, aos 28 anos, em 2015, quando defendia o Brasiliense.

Já Éder, aos 32 anos, após rodar o Brasil e o futebol da Grécia, foi para a Ásia e desde 2015 joga na Coreia do Sul. Passou por Daegu, Jeonbuk Motors e Seongnam. Para 2020, assinou com o Jeju United.

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Em “home office”, Barroca explica como vem treinando os jogadores do Coritiba à distância

Sem poder comandar treinamentos desde o último dia 16, quando o futebol brasileiro foi paralisado, o técnico Eduardo Barroca vem trabalhando da sua casa, no Rio de Janeiro, e mantendo contato direto com os jogadores do Coritiba através da internet.

“Diante desse cenário eu tenho aproveitado o tempo em casa para trabalhar, para rever tudo que fizemos, me comunicar com jogadores, comissão técnica e direção para alinharmos tudo e quando formos recomeçar termos uma lógica de sequência de trabalho”, disse ele, em entrevista à TV Coxa.

E dentro dessa nova rotina, o treinador explicou como vem sendo sua forma de trabalho, que, de certa forma, vem se baseando em vídeos e números, que são apresentados para o elenco e também para a comissão técnica.

“Eu divido meu trabalho em quatro partes. Uma delas é a análise de números de treinamentos, de tudo que fizemos até aqui, tomadas de decisões, a nossa pré-temporada”, explicou Barroca.

Diante disso, o comandante alviverde parte para os próximos pontos, avaliando tudo que foi feito nos primeiros jogos da temporada e passando um relatório individual para cada atleta. Além disso, sem poder exercer os treinamentos em campo, ele passa referências daquilo que quer na prática.

“As outras três partes são divididas em áreas qualitativas, A primeira delas é o fortalecimento do nosso modelo de jogo, aquilo que estamos determinando para a nossa equipe. O segundo ponto é a construção de um material individualizado para cada jogador, para que eles possam enxergar o que fizeram de bom e o que podem melhorar. O terceiro são as referências externas, jogos de alto nível do futebol europeu, para que possamos relacionar com o que fizemos até aqui”, completou Barroca.

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Volta da Libertadores deve ser adiada por tempo ainda a ser definido

A Conmebol deve prorrogar o prazo inicial de 5 de maio dado pela própria entidade para a volta dos jogos da Libertadores 2020 após a paralisação pela pandemia de coronavírus. A informação é do GloboEsporte.com.

Diante do agravamento da pandemia na América do Sul, a avaliação da entidade é de que dificilmente os jogos de futebol no continente possam retornar nesta data.

Para a retomada da Libertadores, é necessário que os jogos nacionais dos dez países com times participantes já estejam acontecendo também Além disso, as fronteiras entre todos os país precisam ser reabertas. Cenário que traz uma alta imprevisibilidade para as datas de volta do torneio.

A competição foi inicialmente suspendida em 12 de março pelo período de uma semana. Em seguida, a interrupção vai até 5 de maio. Já foram disputadas duas partidas da fase de grupos. Diante da paralisação, a commenbol inclusive adiantou parte das premiações desta fase aos clubes.

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Clubes consultam e Globo e Turner se mostram contra a volta do mata-mata

A incerteza sobre o calendário do futebol causada pela pandemia do novo coronavírus abriu a discussão sobre um eventual retorno do mata-mata ao Brasileirão em 2020. A ideia, no entanto, não agrada os dois detentores de direitos de transmissão do campeonato, Globo e Turner.

De acordo com o UOL Esporte, a Globo foi consultada por clubes e se posicionou de maneira contrária. A emissora acredita que a alteração resultaria em queda de arrecadação do pay-per-view (PPV) e em vários outros aspectos.

Com a redução de datas (de 38 para 25), haveria 176 partidas a menos caso a fórmula de 2002, a última antes da implementação dos pontos corridos, fosse resgatada. E a diminuição de jogos representaria o não cumprimento do pacote publicitário da emissora, que prevê 38 rodadas.

Já a programadora Turner, dona dos canais pagos TNT e Space, perderia ainda mais com jogos eliminatórios. Atualmente, com oito clubes sob contrato (Athletico, Bahia, Ceará, Coritiba, Fortaleza, Internacional, Palmeiras e Santos) ela tem 56 jogos da Série A em 2020.

Em cenário com mata-mata, seriam 28 garantidos na fase classificatória na TV fechada, além de duelos exclusivamente entre seus contratados na fase final — o que poderia não acontecer. Ainda segundo o UOL, o repasse das cotas aos clubes inevitavelmente também seria reduzido com a entrega de menos partidas.

Até aqui, no entanto, tanto Globo como Turner não confirmam oficialmente a rejeição ao mata-mata.

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Geral

Olimpíadas no primeiro semestre ou meio do ano? Confira os prós e contras de cada situação

A grande dúvida das últimas semanas foi solucionada há quatro dias, quando o Comitê Olímpico Internacional, juntamente com o Comitê Organizador dos Jogos e o Governo japonês decidiram por adiar as Olimpíadas para 2021. Esse foi o primeiro passo, mas as entidades ainda não divulgaram a data oficial da competição: parte da imprensa japonesa divulgou, na sexta-feira, que os Jogos podem começar na primavera, entre abril e junho, enquanto presidente do Comitê falou que provavelmente o evento será em julho.

A decisão oficial sobre a data das Olimpíadas sairá nas próximas semanas e com certeza não agradará a todos. O COI terá, mais uma vez, que colocar na balança os prós e contras de cada opção e escolher a quem prejudicar.

PRÓS DOS JOGOS NA PRIMAVERA (Início em abril ou maio)

Temperatura
Enquanto o mês de julho é marcado por um calor enorme em Tóquio, chegando nos 35ºC, a primavera japonesa não costumar superar os 25ºC, sendo muito mais propícia para os atletas da maioria das modalidades. De quebra, Tóquio ainda conseguiria trazer de volta a maratona e a marcha atlética, que tinham passado para Sapporo, a 850km da capital. As tradicionais provas tinham sido transferidas por conta da temperatura.

Birhanu Legese vence a maratona de Tóquio — Foto: Divulgação/Tokyo Marathon
Birhanu Legese vence a maratona de Tóquio — Foto: Divulgação/Tokyo Marathon

Birhanu Legese vence a maratona de Tóquio — Foto: Divulgação/Tokyo Marathon

Federações Internacionais
A maioria das Federações Internacionais de cada uma das modalidades já tem seu calendário desenhado para o ano que vem, geralmente com o Campeonato Mundial marcado para o meio ou fim do ano. Assim, para essas entidades, uma Olimpíada no primeiro semestre não alteraria sua principal competição, que é o grande “Ganha pão” financeiro das Federações.

Questão financeira
Os prejuízos por conta do adiamento da Olimpíada para 2021 estão na casa do R$ 13 bilhões, conforme o próprio Comitê. Trazer os Jogos para o primeiro semestre diminui um pouco esses danos. Por exemplo, os apartamentos da Vila Olímpica estão programados para ser entregues em outubro de 2020. Com os Jogos antes, a entrega se antecipa e as multas e processos seriam menores.

Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacionais — Foto: Reuters
Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacionais — Foto: Reuters

Thomas Bach, presidente do Comitê Olímpico Internacionais — Foto: Reuters

Cerejeiras
Um dos maiores cartões postais de Tóquio são suas cerejeiras espalhadas pela cidade, que formam um lindo caminho, principalmente na primavera, que no Japão é entre março e julho. São pelo menos dez parques onde pode-se apreciar as floradas de sakura. Seria uma ótima forma de vender a cidade durante os Jogos Olímpicos.

Cerejeiras em Tóquio  — Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP
Cerejeiras em Tóquio  — Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP

Cerejeiras em Tóquio — Foto: Yoshikazu Tsuno/AFP

PRÓS DOS JOGOS NO MEIO DO ANO

Pandemia já controlada?
O mundo ainda vive uma incerteza gigantesca com relação ao novo coronavírus, e se a Olimpíada for em julho ou agosto, são alguns meses a mais de tempo que o COI tem para se preparar com relação a isso. A regra número 1 das Olimpíadas de Tóquio deve ser não ter nenhum risco do evento, que contará com atletas de mais de 200 países e meio milhão de torcedores, ser um propagador do vírus.

Mulheres em Tóquio se protegem da pandemia do coronavírus — Foto: Athit Perawongmetha/Reuters
Mulheres em Tóquio se protegem da pandemia do coronavírus — Foto: Athit Perawongmetha/Reuters

Mulheres em Tóquio se protegem da pandemia do coronavírus — Foto: Athit Perawongmetha/Reuters

Televisão americana
A NBC, rede de televisão americana, é a que mais paga pelas transmissões dos Jogos e, para ela, a melhor época do ano está nos meses de julho e agosto, por conta das férias escolares e universitárias nos EUA (o que resulta em uma audiência maior) e pela falta de “concorrentes” na audiência (provavelmente sem NBA, NFL E NHL sendo disputadas)

Calendário da NBA e do tênis
Basquete e tênis são dois dos esportes mais populares das Olimpíadas, mas que, ao mesmo tempo, têm seus próprios calendários muito fortes. Com os Jogos no meio do ano, os jogadores do NBA poderão atuar por suas seleções já que, na teoria, a temporada já terá acabado (dependendo, claro, de como seguir a pandemia). No tênis, o calendário de julho e agosto pode ser cheio, mas os torneios são em quadra rápida (como é a da Olimpíada), enquanto se for em abril e maio, pega a temporada de saibro do circuito. Não imagina-se tenistas parando a temporada de saibro (entre abril e começo de julho) para jogar um torneio em quadra rápida.

Roger Federer e Novak Djokovic no Aberto da Austrália — Foto: REUTERS/Issei Kato
Roger Federer e Novak Djokovic no Aberto da Austrália — Foto: REUTERS/Issei Kato

Roger Federer e Novak Djokovic no Aberto da Austrália — Foto: REUTERS/Issei Kato

Atletas acostumados
Em quase todas as modalidades, os atletas estão acostumados a terem o pico de desempenho no meio do ano, entre julho e agosto, datas das principais competições esportivas em todos os anos. Trazer a data para o primeiro semestre, faria com que os atletas tivessem que mudar o método de preparação com relação às temporadas anteriores, o que poderia acarretar em um desempenho pior.

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Allan Aal monitora e pede foco aos atletas do Paraná durante paralisação

Com atividades paralisadas e jogadores, funcionários e comissão técnica de férias em decorrência de um acordo coletivo dos atletas o técnico Allan Aal tenta manter o planejamento do Paraná em meio à pandemia do coronavírus.

O treinador busca, através das redes sociais, acompanhar o dia a dia de seus comandados. “Venho me comunicando com alguns atletas, acompanhando os treinamentos que foram passados pela comissão e falando da importância deles em manter um nível físico próximo do ideal”, conta Aal.

A preocupação principal do treinador é com a retomada das disputas. O Tricolor está classificado para as quartas de final do Estadual, mas a disputa tem futuro incerto, como admitiu o gerente paranista, Alex Brasil. Além disso, a equipe disputará o jogo de volta da quarta fase da Copa do Brasil, contra o Botafogo.

Na partida de ida, os cariocas venceram pelo placar mínimo de 1 a 0. “Principalmente eu digo para que os jogadores não percam o foco. Quando a gente voltar, já temos que estar com o nível mental muito forte. Não vai se tratar de uma pré-temporada, mas de uma retomada de um trabalho que vem dando resultado”, continua.

Estudos e cuidados

Aal conta que tem seguido à risca as regras de isolamento contra a pandemia, evitando sair de casa e ter contato com idosos. “Temos que ter o máximo de cuidado para sair o quanto antes dessa situação que preocupa a todos nós”, diz.

O tempo livre também é aproveitado para os estudos. Seja assistindo a jogos do Paraná e seus adversários, seja através da leitura. “Gosto muito de ler bons livros, principalmente relacionados a futebol e esporte”, explica.

“Também tenho estudado alguns artigos da Universidade do Porto, tenho amigos que trabalham lá, então temos este intercâmbio. E, claro, pensar muito nos treinamentos que vamos executar no nosso retorno”, completa.

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Técnico René Simões, ex-Coritiba, testa positivo para coronavírus e está em isolamento há 12 dias

Infectado com o Coronavírus, o técnico Renê Simões viveu os últimos dias isolado, em “cativeiro” no próprio quarto. Segundo contou o técnico em contato telefônico com a reportagem do UOL Esporte, o comandante de 67 anos de idade escolheu ficar sozinho antes mesmo de saber o resultado do seu teste para proteger a esposa e a filha, que moram com ele. A libertação será amanhã e, enquanto isso, o treinador aconselha amigos mais velhos sobre os riscos da covid-19.

Desde o dia 16, eu tive muita dor de cabeça, garganta começou a inflamar e eu tive uma pequena febre, 37,4°. Resolvi dar um pulo no hospital. Sei que não é para ir logo ao hospital, mas eu sou do grupo de risco. O médico fez o teste, mas o resultado demora cinco dias para sair. Voltei para casa e fiquei em quarentena. Fiquei isolado, em ‘cativeiro’ no meu quarto, avisei a minha mulher: ‘agora, você e minha filha ficam do lado de fora e não entrem mais no quarto’”, contou Renê.

Atualmente sem clube, Renê contou que o maior desafio desse isolamento foi encontrar um equilíbrio mental. Para isso, o técnico decidiu criar uma rotina a seguir dentro do próprio quarto: arrumar a cama, conversar com amigos via aplicativos ou telefonemas e praticar sudoku, um jogo de lógica. A alimentação era entregue pela esposa, mas o carioca abria a porta apenas quando ela estava longe.

“Tem que arrumar um equilíbrio mental muito forte. E só 12 dias depois eu recebi o resultado, foi positivo. Os médicos me ligavam sempre no hospital e eu falei que estava ótimo. Eu fiquei no cativeiro aqui. O segredo foi o dia seguinte ao hospital, quando eu acordei eu pensei: ‘vou ficar na cama, mas tenho que levantar, não vai resolver ficar todo esse tempo na cama’. Eu criei uma rotina de arrumar minha cama sempre. Todo o dia eu organizei tudo para a minha mente ficar arrumada também”, explicou Renê.

“Bati na porta avisando que acordei e minha mulher trazia o meu café, avisando com toques na porta também. Ia para o Whatsapp conversar com amigos, joguei sudoku e resolvi assistir todos os canais possíveis para montar meu próprio pensamento em relação a essa crise”, acrescentou o técnico que também atua como comentarista convidado do Fox Sports.

Renê está isolado desde o dia 16 de março e agora está prestes a retornar ao dia a dia, ao lado da família. Apesar disso, o treinador exaltou a importância de se manter em casa, fora de seu quarto, mas em sua própria residência. Mesmo agora imune, ele ainda pode transmitir o vírus a outras pessoas.

“O meu sequestrador, que é o Coronavírus, estabeleceu um regaste de 14 dias. Amanhã vence e vou poder ficar ao lado da minha família. Mas mesmo assim tenho que continuar sendo responsável, porque mesmo que não pegue mais a doença, eu posso ser um transmissor. Eu acabei não sentindo os sintomas graves, mas o que vivemos é grave”, declarou.

Com mais de 40 anos de carreira no futebol, Renê Simões tem passagens por quase todos os grandes clubes do futebol brasileiro. O ex-treinador também comandou a Seleção Brasileira feminina, com a qual conquistou a prata em Atenas 2004. O último trabalho como técnico foi em 2017, pelo Macaé. Atualmente participa do reality show, “Uma Vida um sonho”, apresentado por Glenda Koslowski, no SBT.

No Coritiba , René Simões foi o técnico do acesso na Série B em 2007, o que gerou inclusive um livro escrito por ele intitulado “Do Caos ao Topo: Uma Odisseia Coxa-Branca”. Ele treinou o clube em 2009 também.

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Com saudade de ver o Furacão? Veja como funciona o streaming do Athletico

Lançado no último dia 14 de março, o Furacão Play — serviço de streaming doAthlético — é uma maneira de o torcedor tentar matar a saudade do clube durante o período de isolamento. Mas, infelizmente, a paralisação do futebol nacional por causa do coronavírus também “mata” temporariamente o principal atrativo da primeira plataforma do tipo no país.

A única partida (até aqui) transmitida ao vivo pelo Furacão Play foi o clássico com o Coritiba, no Couto Pereira, pela última rodada da primeira fase do Paranaense. O serviço de assinatura over-the-top (OTT), como Netflix ou Amazon Prime Video, promete mostrar pelo menos 30 jogos anuais do Rubro-Negro, incluindo amistosos e o Estadual.

Assim que o Brasileirão for iniciado, as 14 partidas do time com transmissão pelos canais da Turner também serão exibidas. Inclusive os duelos em casa, que apresentam restrição de praça e não são mostrados ao vivo na TV fechada.

Mas, por enquanto, apenas sócios tem acesso ao conteúdo — sem pagar nada por isso. Veja abaixo um resumo do conteúdo do serviço dedicado aos atleticanos.

Serviço de streaming tem 11 categorias até agora

O Furacão Play traz uma lista de 11 categorias, algumas delas com conteúdo que já está no canal de Youtube do próprio clube. Há também jogos completos do Paranaense (contra Rio Branco e Coritiba), além de melhores momentos do torneio, tops de gols, entrevistas e bastidores.

A tendência é que a inovadora plataforma seja encorpada ao longo tempo e ganhe mais formatos. Por enquanto, o conteúdo é bem limitado. O potencial, no entanto, é bastante interessante, especialmente por causa da programação ao vivo.

Veja as principais categorias do Furacão Play:

Furacão em casa: em tempo de quarentena, vídeos curtos mostram como os jogadores estão treinando em casa durante a pandemia.
Revendo gols com: como o próprio nome diz, a atração mostra gols marcantes escolhidos pelos atletas.
Furacast: o podcast traz um bate-papo bem-humorado entre os jornalistas do CapLab Bruno Baggio, Cahue Miranda e Marcel Bely. No entanto, também está disponível fora do serviço, na versão em áudio.
Ziquita, Herói do Povo: minidocumentário em quatro capítulos sobre a façanha de Ziquita em 5 de novembro de 1978.
Histórias do Furacão: “causos” e histórias da dos 96 anos do Athletico são contadas neste segmento.

Não sabe como utilizar? O Athletico fez um conteúdo de perguntas e respostas para tirar dúvidas.

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Lei que libera venda de cerveja nos estádios é aprovada pelo STF

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

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Xodó da torcida e conselheiro da piazada. Renan Bressan fala do período no Paraná

Quando foi anunciado como reforço no começo de fevereiro, o meia Renan Bressan chegou ao Paraná Clube desconhecido por muitos torcedores, apesar do vasto currículo, que conta com partidas pela Champions League e até participação nas Olimpíadas de 2012, pela seleção da Bielorrússia.

Porém, pouco mais de um mês depois da sua chegada essa visão mudou. Foram apenas cinco jogos – nem todos como titular – com a camisa tricolor, mas o suficiente para conquistar os paranistas e virar o novo xodó.

“Tá sendo melhor do que eu esperava, até porque não fiz pré-temporada, vim de um tempo sem jogar, mas confiava no trabalho, no projeto que me foi passado e está sendo mais rápido que eu esperava”, disse ele, em entrevista exclusiva à Trio de Ferro

Neste período, o jogador foi decisivo em duas partidas. Primeiro, tinha marcado o gol da vitória por 1×0 sobre o Operário, pelo Campeonato Paranaense. Depois, fez, de falta, o último da histórica virada por 3×2 sobre o Bahia de Feira, pela Copa do Brasil. Este, aliás, está entre os mais marcantes da carreira do experiente atleta.

“Tive outros gols importantes na carreira em Champions League, eliminatórias da Copa do Mundo e até contra o Brasil (nas Olimpíadas de 2012), que talvez tenha sido o mais emocionante. Mas está em meu top-3, sem dúvida alguma, até pelo que o gol significava para o Paraná e até financeiramente”, relembrou.

Relembre a entrevista de Renan Bressan sobre a virada sobre o Bahia de Feira:

Experiência internacional Natural de Tubarão, em Santa Catarina, fez a base no Atlético Tubarão, mas nem chegou a jogar profissionalmente por lá. Aos 19 anos, embarcou para a Bielorrússia, país que ele considera a segunda casa.

Lá, jogou pelo Gomel e depois pelo BATE Borisov, onde se destacou mais, inclusive jogando Champions League. As boas atuações fizeram com que a federação local quisesse naturalizá-lo.

“(A naturalização) veio no final de 2009, três anos depois que eu cheguei lá. O treinador do sub-20 gostava do meu estilo de jogar e falou com o presidente do país. Mas tive que esperar para jogar pela seleção porque a Fifa só liberava pra jogar depois de cinco anos no país. E coicidentemente o treinador do sub-20 classificou o país para as olimpíadas e depois assumiu a seleção principal”, explicou ele.

Carreira internacional tem ajudado Renan Bressan a se firmar no Tricolor. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/Tribuna do Paraná

A espera valeu a pena. No ano em que conquistou a cidadania bielorrussa, o país estava classificado para as Olimpíadas de Londres, em 2012. Então com 24 anos, o meia foi convocado entre os três acima do limite da idade permitido. Foram três jogos e a equipe foi eliminada na fase de grupos. Porém, entre esses confrontos estava o duelo com a seleção brasileira.

O Brasil acabou vencendo o jogo por 3×1, mas o gol dos europeus foi justamente do atual jogador do Paraná Clube, o que teve um sabor especial.

“A Bielorrússia é meu segundo país, mas no futebol é o primeiro, pois foi quem abriu as portas para mim. Foi uma experiência fantástica jogar pela seleção deles. Eu queria jogar pelo Brasil, mas com uma concorrência muito maior e quando me propuseram naturalizar não pensei duas vezes”, enfatizou ele, que defendeu a seleção até 2018.

Logo após os jogos olímpicos, o meia rodou a Europa. Foi para Spartak Vladikavkaz, da Rússia, Astana, do Cazaquistão, APOEL, do Chipre, e Rio Ave e Chaves, de Portugal. Um currículo que chama a atenção e também desperta a curiosidade dos mais jovens.

‘Vovô’ do grupo

Apesar de ter apenas 31 anos, Bressan é um dos mais experientes do elenco do Tricolor, que é formado basicamente por garotos.

“Quando eu vim para o Paraná já sabia dessa situação. Sabia que o grupo era muito jovem e é normal. Eu quando mais novo também fazia pergunta para os mais rodados. É normal essa troca de informações, ainda mais que minha carreira foi quase toda fora do Brasil. Quase todo jogador sonha em atuar na Europa e agora eu estou fazendo o caminho contrário”, disse ele, que destacou o que mais aprendeu na Europa.

“A parte tática, de um dois toques… Aqui os jogadores tem mais qualidade e são mais individualistas. Eu gosto de tocar, aprendi lá fora. Aqui também não vejo tantos batedores de bola parada e isso é um ponto forte meu”, completou.

Renan Bressan dá conselhos para os mais novos no elenco do Paraná. Meia virou referência. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/Tribuna do Paraná

Isolamento

Desse o último dia 16, o futebol brasileiro está parado. Desde então, jogadores fazem o que podem para manter a forma física.

Neste período Renan Bressan vem treinando como dá em casa, obedecendo a orientação de ficar em casa. Sem futebol para assistir, o que resta é se cuidar.

“O meu dia a dia tem sido como o da maioria dos brasileiros, ficando em casa. Tenho conseguido treinar dentro de casa, na rua em frente e estou me virando no confinamento. Nunca vai ser como treinar com o grupo, mas tenho conseguido manter a forma dentro do possível”, disse ele.