Categorias
Uncategorized

How to make a small business more modern, safe and budget-friendly | Virtual Data Room

Every business owner strives to further improve his organization. And with the by using a a dataroom, you can qualitatively change an important number of business processes and increase the profitability of the organization. And about how a simple and protect platform enables you to achieve wonderful results, read more.

Modern business challenges: protection and advertising

Today you ought to prepare records as quickly as possible, get in touch with employees and partners around the globe, attract advisors and reliably protect their commercial and company data. To be able to cope with all this, you do not need a lot of work. The the data room is a complex and very user friendly development that may be perfect for every one of the challenges of modern business.

virtual data room services

Upload your data to your personal account and promote it, work with them in a joint mode. This format is incredibly safe, mainly because all info is stored in secure refinement centers, have many backups which might be updated instantly. And the machines are able to function even during cataclysms. Another control technique is you. Prior to sending, you will need to select undoubtedly one of eight gain access to levels and set additional constraints. After completing the work, every its specifics, all actions with docs will be available within a special paper.

Efficiency and Profitability

The electronic data room minimizes the time put in working with documents and the number of administrative duties. You can quickly change types, set up entire folders of documents, and automate messages. The platform is wonderful for collaborating on documentation. You are able to more cell and more quickly work on projects with your staff. You will have not merely shared gain access to, but also a special safeguarded chat with the cabability to conduct forms and polls.

And work together with partners, consumers, investors from other countries will be productive and comfortable. You may also conduct panel meetings over the internet. Such secure communication permits quickly and fewer costly to close projects, access transactions of any complexity, conduct audits and exams. Thanks to , you can do more and dedicate less time. All important information will probably be protected, and the very using of the development will probably be simple.

Service plan and consumer reviews

Due to their reliability, functionality and simplicity, the best virtual data room is already well-known in the world industry. Among their consumers you can find most companies of high standing. And they leave positive responses about the woking platform. If you are also interested in how it works, therefore activate test mode. You can utilize virtual data room comparison for free to get a month.

You’re a lot about this development, therefore you just have to try everything. For further questions, you should contact the technical support company, which works 24/7, because today it is important not only to present quality expertise, but likewise to complete your business and make that better.

Categorias
Geral

Zagueira relata volta à China: “Se soubesse que estava assim, juro que não teria vindo. Chorei muito”

Prestes a embarcar para Xangai, ao fim do recesso de 2019, a zagueira Camila Martins retirou a mala da balança. Tinha contrato com o Shanghai Shenhua, da China, mas o medo do novo coronavírus, que fez 259 vítimas fatais no país ainda em janeiro, foi maior. Ela desistiu. Dois meses depois, para ajudar a mãe, empregada do lar, e os sete irmãos a terem uma casa própria no Recife, capital de Pernambuco, Camila decidiu voltar.

Quando desembarcou no último dia 27 de março, após dois dias de viagem, a atleta esperava encontrar uma Xangai voltando à normalidade, devido à queda no número de novas contaminações pela Covid-19 na China. Mas o que ela viveu, foi o oposto. Horas de espera no aeroporto, exames do governo local e, agora, mais duas semanas de quarentena nas estruturas do clube.

“Passa um filme na cabeça. Dá vontade de largar tudo. Pensei que, para estar passando por essa situação, era melhor estar no Brasil. É difícil porque estou sozinha. Então, quis desistir. Não queria aceitar. Foi um transtorno que nunca passei na minha vida. Se eu soubesse que estava assim, esse processo todo, juro que não tinha vindo. Chorei muito.”

Aeroporto de Xangai quando Camila Martins chegou à China — Foto: Arquivo Pessoal
Aeroporto de Xangai quando Camila Martins chegou à China — Foto: Arquivo Pessoal

Aeroporto de Xangai quando Camila Martins chegou à China — Foto: Arquivo Pessoal

Até a última quarta-feira, a China tinha 3.312 mortos pela Covid-19. Quando pousou, o espaço estreito entre as cadeiras do avião foi tudo o que a atleta teve por quase três horas. Vestindo máscaras e um traje descartável, funcionários retiravam aos poucos os passageiros que ali chegavam.

Por entre os olhares desconfiados, de quem vive cenas inimagináveis, em meio a uma pandemia, Camila tinha um calhamaço de formulários nas mãos. Estava se cuidando? Onde esteve nos últimos meses? Teve contato com contaminados? Eram perguntas que a atleta tentava responder, porque, como se não bastasse, ela não fala o idioma local.

“Entrei em desespero. Como que eu ia falar com alguém para pedir um telefone para falar com minha tradutora? Esbarrei com uma brasileira e pedi para ela me ajudar para preencher os papéis. Se fosse no Brasil, resolvia porque é na minha língua. Mas numa que você não conhece?”

Quando, enfim, deixou o avião, a pernambucana esperou por mais seis horas até ser atendida. Submetida a um novo questionário, ela cruzou o aeroporto em direção a um carro de sete lugares, de maior distância entre passageiro e motorista. A equipe no veículo a deixaria em um quarto, reservado pelo governo para isolar pessoas que venham de outros países, por mais dez horas para passar pelo teste da Covid-19.

Carro em que Camila Martins foi transportada para a base do Governo, na China — Foto: Arquivo Pessoal
Carro em que Camila Martins foi transportada para a base do Governo, na China — Foto: Arquivo Pessoal

Carro em que Camila Martins foi transportada para a base do Governo, na China — Foto: Arquivo Pessoal

Sentada em um dos bancos de couro na parte de trás, sozinha, ela observava por entre os vidros da janela, pela primeira vez, as ruas de Xangai vazias. Cenário inimaginável para uma cidade que tem mais de 24 milhões de habitantes. A pouco mais de 800km de Wuhan, epicentro do novo coronavírus, o núcleo financeiro da China está distante do movimento usual.

+ Em carta à irmã, Ludmila recorda infância no orfanato e saudade: “Essa dor, Sheila, não tem cura”

“Saí do aeroporto direto para esse quarto. Me deram algo para comer, aí enfiaram dois pauzinhos no meu nariz, acho que para tirar secreção, e foram embora. Depois, eles voltam com o resultado, para eu entregar no clube e fazer a quarentena. É uma sensação que, como nunca passamos, fico com uma aflição. É medo, angústia.”

Camila passou a madrugada na estrutura cedida pelo governo. Tinha uma cama, ar condicionado e cadeiras. Mesmo com o resultado negativo, no último sábado, a zagueira entrou de quarentena nas estruturas do clube, agora também com televisão e itens para exercícios. É o protocolo obrigatório aos estrangeiros que chegam ao país. Sem contato com outras pessoas, ela escolhe os alimentos por meio de chamada de vídeo com a tradutora, e um funcionário equipado quem faz a entrega.

“Não tenho contato com ninguém e nem sei quem é que coloca. Sei que é um homem. Mas ele põe em cima de uma mesa lá fora, eu abro a porta, pego a comida e fecho de novo. Só dizem: chegou seu café, chegou seu almoço, chegou sua janta.”

Quarto que Camila Martins está no Shanghai Shenhua, da China — Foto: Arquivo Pessoal
Quarto que Camila Martins está no Shanghai Shenhua, da China — Foto: Arquivo Pessoal

Quarto que Camila Martins está no Shanghai Shenhua, da China — Foto: Arquivo Pessoal

A vida de Camila Martins ganhará tons de normalidade somente a partir do dia 12 de abril, quando poderá deixar o isolamento. Até lá, a zagueira, que se destacou na Libertadores de 2018 pelo Santos e chegou a ser convocada para treinos com a seleção brasileira (em 2017), encontra forças em algo determinante: a família.

– Penso de onde vim e onde estou. Com toda a dificuldade, sei que posso dar o melhor para minha família estando aqui. Porque antes queria dar algo melhor, mas não podia. É o que me dá mais força, porque no Brasil nunca vou conseguir isso. Meu sonho ainda não foi concretizado, que é tirar minha mãe do trabalho. Meus irmãos moram todos em casa alugada. Penso em comprar algo para eles, nem que seja pequeno, mas que seja deles. Se eles estiverem bem, eu também estou.

A zagueira Camila Martins no quarto em que está de quarentena, no Shanghai Shenhua, da China — Foto: Arquivo Pessoal
A zagueira Camila Martins no quarto em que está de quarentena, no Shanghai Shenhua, da China — Foto: Arquivo Pessoal

A zagueira Camila Martins no quarto em que está de quarentena, no Shanghai Shenhua, da China — Foto: Arquivo Pessoal

Zagueira Camila, ex-Santos, pelo Shanghai Shenhua  — Foto: Assessoria Shanghai Shenhua
Zagueira Camila, ex-Santos, pelo Shanghai Shenhua  — Foto: Assessoria Shanghai Shenhua

Zagueira Camila, ex-Santos, pelo Shanghai Shenhua — Foto: Assessoria Shanghai Shenhua

Categorias
Destaques Futebol Paranaense

Paraná quita salários do ano passado e “sofre menos” em 2020

O Paraná acertou as pendências financeiras do ano passado. A informação foi revelada pelo juiz José Wally Gonzaga Neto, que publicou o documento de confirmação no Tribunal Regional de Trabalho da 9ª Região.

No protocolo, o juiz ainda destaca que o clube conseguiu quitar os salários atrasados mesmo sem ainda ter fechado com um parceiro para a terceirização do departamento de futebol.

“O clube executado honrou o pagamento dos salários atrasados do ano de 2019, mesmo sem ter conseguido, até o momento, finalizar a terceirização do setor de futebol, e que tem procurado todos os meios para continuar honrando seus pagamentos”, escreveu Neto. No total, o Paraná devia cerca de R$ 2,3 milhões de salários a funcionários.

O juiz também ressaltou que o Tricolor tem buscado algumas alternativas para acertar as pendências de 2020. “O clube requer a liberação do valor integral que foi depositado pela Confederação Brasileira de Futebol neste mês para finalizar o pagamento da folha e de algumas despesas de janeiro e de folha de fevereiro.

Os salários de março vencem na próxima semana. O que tem aliviado os cofres do clube neste ano foi a alternativa de trazer jogadores por empréstimo de outros times. No total são 13 jogadores que pertencem a outros clubes e que têm seus salários pagos por suas respectivas equipes.

São os casos dos goleiros Marcos (Goiás) e Filipe (Corinthians); os laterais Rafael França (Vasco) e Hulk (Atlético-MG); os zagueiros Everson (Portimonense) e Thales (Internacional); os volantes Gabriel Kazu (Tombense) e Kaio (Grêmio); os meias Michel (Cruzeiro) e Dudu (Vasco); e os atacantes Keslley (Tombense), Marcelo (Cruzeiro) e Gustavo Mosquito (Corinthians).

Categorias
Futebol Paranaense

Destaque do Coritiba, Rafinha fala sobre rotina diferente em época de pandemia

Desde o dia 16 de março, os jogadores do Coritiba têm mantido uma rotina diferente da que estavam acostumados. Com a paralisação do Campeonato Paranaense por conta da pandemia do coronavírus, os atletas estão em quarentena em suas casas, dividindo seus treinamentos improvisados com atividades mais leves ao lado de suas respectivas famílias.

Em entrevista ao site oficial do Coxa, o experiente Rafinha contou sobre a rotina neste período afastado dos gramados.

“Eu procuro brincar com as crianças e treinar, um pouco de manhã, um pouco de tarde. Mas a rotina é essa, ficar com a família e rezar para que isso possa terminar o mais rápido possível”, disse o atacante.

Rafinha também comentou sobre a possibilidade de ficar mais perto de sua família e poder aproveitar o tempo com os filhos Tomás e Tiago.

“O tempo inteiro com as crianças, intercalando com os treinos. Inventando coisas com eles, criando brincadeiras, caça ao tesouro, esconde-esconde. Umas brincadeiras que nós fazíamos quando éramos crianças e eles não fazem. A gente vai inventando no dia a dia para não ser tão massante para eles, já que não pode sair de casa”, ressaltou o atleta.

Com 36 anos, Rafinha viveu no fim do ano passado um impasse. O atacante pensou em se aposentar do futebol. No entanto, o jogador descartou a ideia e segue sendo a principal peça do Coritiba em 2020. Nesta temporada, o atacante disputou dez partidas e marcou três gols.

Inicialmente, a tendência é que os jogadores do Coxa voltem aos trabalhos no dia 21 de abril.

Categorias
Destaques Futebol Paranaense

Reforço do Athletico vira pivô de briga entre Atlético Nacional e Santos na Fifa

Último reforço do Athlético para a temporada, o zagueiro Felipe Aguilar se vê como pivô de uma briga entre Santos e Atlético Nacional, da Colômbia, que foi à Fifa cobrar o clube brasileiro por conta de uma dívida na contratação do defensor.

O jogador foi comprado pelo Peixe em 2019 por 2,2 milhões de dólares, mas o time pagou apenas metade desse valor aos colombianos. Nem mesmo após o furacão ter pago 10 milhões para trazê-lo ao ct do caju  o Santos utilizou o dinheiro para pagar a diferença.

Até por isso, o Atlético Nacional entrou com um pedido na Fifa cobrando a dívida de 1,1 milhão de dólares mais os juros, o que equivalem a cerca de 1,5 milhão, aproximadamente R$ 7,5 milhões.

Felipe Aguilar defendeu o Santos por uma temporada. Foto: Ivan Storti/Santos
Categorias
Geral

Jogadores e comissão técnica do Valencia estão curados do coronavírus

O Valencia, clube com maior número de casos de coronavírus na Europa, está com todos os jogadores e membros da comissão técnica recuperados. O jornal Marca divulgou nesta quarta que o clube fez novamente os testes nos infectados, e todos os resultados deram negativo.

Jogadores Valencia — Foto: Getty Images
Jogadores Valencia — Foto: Getty Images

Jogadores Valencia — Foto: Getty Images

Há duas semanas, o clube chegou a divulgar que 35% do plantel do futebol, envolvendo atletas e comissão técnica, estavam com o vírus. Eram 10 jogadores e 15 membros da parte técnica. Entre os atletas, Mangala, Garay e Gayà estavam com a Covid-19. A identidade dos outros jogadores foi preservada por decisão dos infectados em acordo com o clube.

O time espanhol participou da partida que pode ter ajudado na proliferação do vírus na Itália. No dia 19 de fevereiro, o Valencia foi a Milão enfrentar a Atalanta pela partida de ida das oitavas de final da Liga dos Campeões. A partida terminou 4 a 1 para os italianos.

O prefeito de Bérgamo, cidade onde a Atalanta está sediada e local que apresenta um dos piores índices da doença na Itália, afirmou que aquele jogo foi “uma bomba biológica.” Duas semanas depois, as equipes voltaram a se enfrentar, na Espanha.

Categorias
Destaques Futebol Paranaense

Paraná reforça campanha de arrecadação para moradores da Vila Torres

O Paraná Cluble endossou uma campanha de torcedores para arrecadar dinheiro para moradores da Vila Torres que estão passando necessidades econômicas durante a pandemia de coronavírus.

A meta dos torcedores do Tricolor é angariar R$ 4 mil para distribuir no mínimo 100 cestas básicas para a região. “Muitas famílias de coletores de material reciclável estão sem ter alimento para colocar na mesa”, diz o texto dos paranistas do grupo Festa na Vila, que geralmente arrecada doações para compra de foguetes e sinalizadores nos jogos na Vila Capanema.

As doações poderão ser feitas somente por meio do aplicativo de celular, PicPay, pela conta @festanavilaPRC. Caso o valor da arrecadação ultrapasse a meta inicial, todo o montante será utilizado para distribuir mais cestas básicas além das cem previstas inicialmente.

Em suas redes sociais oficiais, o Paraná reforçou a necessidade da campanha. “É hora de unir as nossas forças para ajudar as famílias que estão passando por mais dificuldades que o normal”, escreveu o Tricolor no Twitter.

Categorias
Futebol Paranaense

Barroca pede nova “pré-temporada” para Coritiba recuperar futebol dos últimos jogos

A paralisação do futebol por conta da pandemia do coronavírus veio justamente no melhor momento do Coritiba na temporada. Depois da semana da eliminação da Copa do Brasil e da derrota para o Cascavel CR, o Coxa não perdeu mais, com três vitórias e um empate e a liderança da primeira fase Paranaense.

E esse vai ser o principal desafio do técnico Eduardo Barroca quando o time voltar a treinar: manter o bom momento e a forma de jogar.

“A gente vinha em um momento de crescimento, mantendo uma equipe base jogando e isso era importante para os ajustes. Não sei os prazos que teremos de preparação, seria importante isso antes de entrar em um período competitivo”, avaliou o treinador, em entrevista à TV Coxa.

Barroca lembrou dos desafios que teve quando assumiu o comando alviverde e ressaltou que rapidamente o elenco assimilou a forma de trabalho e o jeito que ele queria que o Coritiba jogasse.

“O primeiro desafio era a possibilidade de uma mudança na forma de jogar. Era um anseio dentro do clube e iam ao encontro com aquilo que eu penso como o ideal. A primeira etapa foi a mudança na chave, para que pudéssemos pressionar o adversário, ter a iniciativa em campo. Conseguimos dar um bom salto de qualidade, mas aí tivemos a eliminação na Copa do Brasil e tivemos uma semana de desequilíbrio”, destacou.

“Depois restabelecemos o nosso trabalho e ficou evidente que nosso maior trabalho neste momento era transformar o controle em oportunidades de gol e equilíbrio de equipe. Conseguimos rapidamente estabelecer este padrão de jogo”, completou.

Para que o Coritiba não volte à estaca zero após a pandemia, o técnico vem fazendo um trabalho diário durante a paralisação, mesmo longe do convívio do grupo. Dentro disso está até uma reunião com grupos diferentes de atletas, divididos por posição. Na última semana a conversa foi só com os laterais.

“Temos que compensar a falta de treinamento em campo com conversas diárias com os jogadores”, explicou o treinador.

Categorias
Destaques Futebol Paranaense

DAZN entra em “processo de revisão” e times paranaenses podem ficar sem grana na paralisação

Principal fonte de renda da maioria dos times do Campeonato Paranaense 2020, as cotas pagas pela plataforma DAZN, detentora dos direitos de transmissão do torneio, podem ser suspensas enquanto o calendário do futebol estiver parado por causa do novo coronavírus.

O valor referente ao mês de março ainda não foi quitado, de acordo com as equipes consultadas pela reportagem. O campeonato foi oficialmente suspenso no último dia 16. Cada time deveria receber cerca de R$ 370 mil líquidos pelo contrato.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a empresa já começou a avisar as ligas esportivas com quem tem contrato que não pagará direitos de jogos suspensos durante a pandemia. A informação foi publicada pelo site americano Sports Business Daily.

Oficialmente, o braço do DAZN no Brasil não confirma a suspensão dos repasses, mas admite, em nota oficial, que estuda uma série de medidas para superar este “período difícil”.

“Em função do impacto sem precedentes da COVID-19 no esporte, o DAZN se encontra em processo de revisão de uma série de medidas que permitam que a empresa supere este período difícil e volte à plena atividade quando o calendário esportivo for retomado”, diz a nota

Além dos Paranaense, único Estadual transmitido pela plataforma, o DAZN também exibe a Série C do Brasileirão, a Copa Sul-Americana, o Paulistão sub-20 e a NBB.

Categorias
Destaques Futebol Paranaense

Capitão do time, Fabrício mostra identificação com a camisa do Paraná e recupera bom futebol

Um dos líderes e principais jogadores do Paraná em 2020, o zagueiro Fabrício renovou seu contrato até o final de 2021. Com isso, o defensor ficará um pouco mais de dois anos nesta sua segunda passagem pelo clube e também aumentará sua identificação com a camisa paranista.

Entre a primeira vez que jogou pelo Tricolor e esta volta, foram 11 anos. Em 2008, ele veio por empréstimo do Flamengo, em uma negociação que envolveu a ida do meia-atacante Everton, atualmente no São Paulo. No pacote, além do zagueiro, o volante Rômulo e o atacante Éder vieram para o Paraná. Mas foi o defensor quem mais se destacou.

Então com apenas 18 anos, Fabrício já mostrava ser um xerifão. Mesmo sendo tão novo, chegou a usar a braçadeira de capitão na época. No total, foram 17 partidas na Série B daquela temporada, e dois gols marcados. As boas atuações chamaram a atenção e ele não ficou em 2009.

Fabrício em treino na primeira passagem pelo Paraná, em 2008. Foto: Allan Costa Pinto/Arquivo

Voltou ao Flamengo e logo foi emprestado para o Hoffenheim, da Alemanha. Depois, rodou o Brasil e o mundo, defendendo Palmeiras, Cruzeiro, Athletico, Vasco, Vitória, Fluminense, Red Bull Bragantino e Guarani, além do Partizan, da Sérvia, Muangthong United, da Tailândia, Astra, da Romênia, Omonja, do Chipre, Aqtope, do Cazaquistão, e Veracruz, do México.

Também jogou o Mundial sub-20, em 2009, quando era reserva da seleção brasileira e atuou em duas partidas. Mas o início promissor da carreira não engrenou como se esperava. Teve alguns anos de destaque, como em 2010, por Flamengo e Palmeiras, quando entrou 36 vezes em campo, no Vitória, em 2013, no Partizan, em 2016, e no Astra, em 2017.

Só que em nenhum outro clube teve a identificação dos tempos de Tricolor. Até que em 2019 foi repatriado. Por conta de um problema na documentação, que ficou presa no México, só atuou em três jogos na Série B do ano passado.

Seguro na defesa, Fabrício também vem sendo arma no ataque e já marcou dois gols em 2020. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/Tribuna do Paraná

Para 2020, a diretoria fez uma reformulação no elenco e Fabrício foi um dos remanescentes. Assumiu a braçadeira de capitão e se tornou o líder do jovem elenco. Aos 30 anos, vai recuperando aquele bom futebol de 2008 e reconquistou a torcida.

Somando as duas passagens, já são 30 jogos com a camisa paranista e cinco gols marcados. Agora, durante a paralisação do futebol, o zagueiro vem cumprindo as orientações do clube para manter a preparação física, mas confia que, quando a bola voltar a rolar, seguirá com as boa atuações.

“Estou muito feliz com esse acordo. Acredito no projeto do Paraná Clube e tenho certeza que temos tudo para fazer uma grande temporada. No momento, o importante é nos cuidarmos, na alimentação e seguindo o protocolo de treinos que nos foi passado pela comissão técnica”, disse ele, ao site oficial do Paraná.

Por onde andam?

Junto com Fabrício, vieram em 2008 o volante Rômulo e o atacante Eder. O primeiro encerrou a carreira precocemente, aos 28 anos, em 2015, quando defendia o Brasiliense.

Já Éder, aos 32 anos, após rodar o Brasil e o futebol da Grécia, foi para a Ásia e desde 2015 joga na Coreia do Sul. Passou por Daegu, Jeonbuk Motors e Seongnam. Para 2020, assinou com o Jeju United.