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Paraná quita salários do ano passado e “sofre menos” em 2020

O Paraná acertou as pendências financeiras do ano passado. A informação foi revelada pelo juiz José Wally Gonzaga Neto, que publicou o documento de confirmação no Tribunal Regional de Trabalho da 9ª Região.

No protocolo, o juiz ainda destaca que o clube conseguiu quitar os salários atrasados mesmo sem ainda ter fechado com um parceiro para a terceirização do departamento de futebol.

“O clube executado honrou o pagamento dos salários atrasados do ano de 2019, mesmo sem ter conseguido, até o momento, finalizar a terceirização do setor de futebol, e que tem procurado todos os meios para continuar honrando seus pagamentos”, escreveu Neto. No total, o Paraná devia cerca de R$ 2,3 milhões de salários a funcionários.

O juiz também ressaltou que o Tricolor tem buscado algumas alternativas para acertar as pendências de 2020. “O clube requer a liberação do valor integral que foi depositado pela Confederação Brasileira de Futebol neste mês para finalizar o pagamento da folha e de algumas despesas de janeiro e de folha de fevereiro.

Os salários de março vencem na próxima semana. O que tem aliviado os cofres do clube neste ano foi a alternativa de trazer jogadores por empréstimo de outros times. No total são 13 jogadores que pertencem a outros clubes e que têm seus salários pagos por suas respectivas equipes.

São os casos dos goleiros Marcos (Goiás) e Filipe (Corinthians); os laterais Rafael França (Vasco) e Hulk (Atlético-MG); os zagueiros Everson (Portimonense) e Thales (Internacional); os volantes Gabriel Kazu (Tombense) e Kaio (Grêmio); os meias Michel (Cruzeiro) e Dudu (Vasco); e os atacantes Keslley (Tombense), Marcelo (Cruzeiro) e Gustavo Mosquito (Corinthians).

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Reforço do Athletico vira pivô de briga entre Atlético Nacional e Santos na Fifa

Último reforço do Athlético para a temporada, o zagueiro Felipe Aguilar se vê como pivô de uma briga entre Santos e Atlético Nacional, da Colômbia, que foi à Fifa cobrar o clube brasileiro por conta de uma dívida na contratação do defensor.

O jogador foi comprado pelo Peixe em 2019 por 2,2 milhões de dólares, mas o time pagou apenas metade desse valor aos colombianos. Nem mesmo após o furacão ter pago 10 milhões para trazê-lo ao ct do caju  o Santos utilizou o dinheiro para pagar a diferença.

Até por isso, o Atlético Nacional entrou com um pedido na Fifa cobrando a dívida de 1,1 milhão de dólares mais os juros, o que equivalem a cerca de 1,5 milhão, aproximadamente R$ 7,5 milhões.

Felipe Aguilar defendeu o Santos por uma temporada. Foto: Ivan Storti/Santos
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Paraná reforça campanha de arrecadação para moradores da Vila Torres

O Paraná Cluble endossou uma campanha de torcedores para arrecadar dinheiro para moradores da Vila Torres que estão passando necessidades econômicas durante a pandemia de coronavírus.

A meta dos torcedores do Tricolor é angariar R$ 4 mil para distribuir no mínimo 100 cestas básicas para a região. “Muitas famílias de coletores de material reciclável estão sem ter alimento para colocar na mesa”, diz o texto dos paranistas do grupo Festa na Vila, que geralmente arrecada doações para compra de foguetes e sinalizadores nos jogos na Vila Capanema.

As doações poderão ser feitas somente por meio do aplicativo de celular, PicPay, pela conta @festanavilaPRC. Caso o valor da arrecadação ultrapasse a meta inicial, todo o montante será utilizado para distribuir mais cestas básicas além das cem previstas inicialmente.

Em suas redes sociais oficiais, o Paraná reforçou a necessidade da campanha. “É hora de unir as nossas forças para ajudar as famílias que estão passando por mais dificuldades que o normal”, escreveu o Tricolor no Twitter.

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DAZN entra em “processo de revisão” e times paranaenses podem ficar sem grana na paralisação

Principal fonte de renda da maioria dos times do Campeonato Paranaense 2020, as cotas pagas pela plataforma DAZN, detentora dos direitos de transmissão do torneio, podem ser suspensas enquanto o calendário do futebol estiver parado por causa do novo coronavírus.

O valor referente ao mês de março ainda não foi quitado, de acordo com as equipes consultadas pela reportagem. O campeonato foi oficialmente suspenso no último dia 16. Cada time deveria receber cerca de R$ 370 mil líquidos pelo contrato.

Nos Estados Unidos, por exemplo, a empresa já começou a avisar as ligas esportivas com quem tem contrato que não pagará direitos de jogos suspensos durante a pandemia. A informação foi publicada pelo site americano Sports Business Daily.

Oficialmente, o braço do DAZN no Brasil não confirma a suspensão dos repasses, mas admite, em nota oficial, que estuda uma série de medidas para superar este “período difícil”.

“Em função do impacto sem precedentes da COVID-19 no esporte, o DAZN se encontra em processo de revisão de uma série de medidas que permitam que a empresa supere este período difícil e volte à plena atividade quando o calendário esportivo for retomado”, diz a nota

Além dos Paranaense, único Estadual transmitido pela plataforma, o DAZN também exibe a Série C do Brasileirão, a Copa Sul-Americana, o Paulistão sub-20 e a NBB.

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Capitão do time, Fabrício mostra identificação com a camisa do Paraná e recupera bom futebol

Um dos líderes e principais jogadores do Paraná em 2020, o zagueiro Fabrício renovou seu contrato até o final de 2021. Com isso, o defensor ficará um pouco mais de dois anos nesta sua segunda passagem pelo clube e também aumentará sua identificação com a camisa paranista.

Entre a primeira vez que jogou pelo Tricolor e esta volta, foram 11 anos. Em 2008, ele veio por empréstimo do Flamengo, em uma negociação que envolveu a ida do meia-atacante Everton, atualmente no São Paulo. No pacote, além do zagueiro, o volante Rômulo e o atacante Éder vieram para o Paraná. Mas foi o defensor quem mais se destacou.

Então com apenas 18 anos, Fabrício já mostrava ser um xerifão. Mesmo sendo tão novo, chegou a usar a braçadeira de capitão na época. No total, foram 17 partidas na Série B daquela temporada, e dois gols marcados. As boas atuações chamaram a atenção e ele não ficou em 2009.

Fabrício em treino na primeira passagem pelo Paraná, em 2008. Foto: Allan Costa Pinto/Arquivo

Voltou ao Flamengo e logo foi emprestado para o Hoffenheim, da Alemanha. Depois, rodou o Brasil e o mundo, defendendo Palmeiras, Cruzeiro, Athletico, Vasco, Vitória, Fluminense, Red Bull Bragantino e Guarani, além do Partizan, da Sérvia, Muangthong United, da Tailândia, Astra, da Romênia, Omonja, do Chipre, Aqtope, do Cazaquistão, e Veracruz, do México.

Também jogou o Mundial sub-20, em 2009, quando era reserva da seleção brasileira e atuou em duas partidas. Mas o início promissor da carreira não engrenou como se esperava. Teve alguns anos de destaque, como em 2010, por Flamengo e Palmeiras, quando entrou 36 vezes em campo, no Vitória, em 2013, no Partizan, em 2016, e no Astra, em 2017.

Só que em nenhum outro clube teve a identificação dos tempos de Tricolor. Até que em 2019 foi repatriado. Por conta de um problema na documentação, que ficou presa no México, só atuou em três jogos na Série B do ano passado.

Seguro na defesa, Fabrício também vem sendo arma no ataque e já marcou dois gols em 2020. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/Tribuna do Paraná

Para 2020, a diretoria fez uma reformulação no elenco e Fabrício foi um dos remanescentes. Assumiu a braçadeira de capitão e se tornou o líder do jovem elenco. Aos 30 anos, vai recuperando aquele bom futebol de 2008 e reconquistou a torcida.

Somando as duas passagens, já são 30 jogos com a camisa paranista e cinco gols marcados. Agora, durante a paralisação do futebol, o zagueiro vem cumprindo as orientações do clube para manter a preparação física, mas confia que, quando a bola voltar a rolar, seguirá com as boa atuações.

“Estou muito feliz com esse acordo. Acredito no projeto do Paraná Clube e tenho certeza que temos tudo para fazer uma grande temporada. No momento, o importante é nos cuidarmos, na alimentação e seguindo o protocolo de treinos que nos foi passado pela comissão técnica”, disse ele, ao site oficial do Paraná.

Por onde andam?

Junto com Fabrício, vieram em 2008 o volante Rômulo e o atacante Eder. O primeiro encerrou a carreira precocemente, aos 28 anos, em 2015, quando defendia o Brasiliense.

Já Éder, aos 32 anos, após rodar o Brasil e o futebol da Grécia, foi para a Ásia e desde 2015 joga na Coreia do Sul. Passou por Daegu, Jeonbuk Motors e Seongnam. Para 2020, assinou com o Jeju United.

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Allan Aal monitora e pede foco aos atletas do Paraná durante paralisação

Com atividades paralisadas e jogadores, funcionários e comissão técnica de férias em decorrência de um acordo coletivo dos atletas o técnico Allan Aal tenta manter o planejamento do Paraná em meio à pandemia do coronavírus.

O treinador busca, através das redes sociais, acompanhar o dia a dia de seus comandados. “Venho me comunicando com alguns atletas, acompanhando os treinamentos que foram passados pela comissão e falando da importância deles em manter um nível físico próximo do ideal”, conta Aal.

A preocupação principal do treinador é com a retomada das disputas. O Tricolor está classificado para as quartas de final do Estadual, mas a disputa tem futuro incerto, como admitiu o gerente paranista, Alex Brasil. Além disso, a equipe disputará o jogo de volta da quarta fase da Copa do Brasil, contra o Botafogo.

Na partida de ida, os cariocas venceram pelo placar mínimo de 1 a 0. “Principalmente eu digo para que os jogadores não percam o foco. Quando a gente voltar, já temos que estar com o nível mental muito forte. Não vai se tratar de uma pré-temporada, mas de uma retomada de um trabalho que vem dando resultado”, continua.

Estudos e cuidados

Aal conta que tem seguido à risca as regras de isolamento contra a pandemia, evitando sair de casa e ter contato com idosos. “Temos que ter o máximo de cuidado para sair o quanto antes dessa situação que preocupa a todos nós”, diz.

O tempo livre também é aproveitado para os estudos. Seja assistindo a jogos do Paraná e seus adversários, seja através da leitura. “Gosto muito de ler bons livros, principalmente relacionados a futebol e esporte”, explica.

“Também tenho estudado alguns artigos da Universidade do Porto, tenho amigos que trabalham lá, então temos este intercâmbio. E, claro, pensar muito nos treinamentos que vamos executar no nosso retorno”, completa.

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Lei que libera venda de cerveja nos estádios é aprovada pelo STF

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

Supremo Tribunal Federal (STF) validou, nesta sexta-feira (27), a lei estadual que permite o comércio de cerveja nos estádios do Paraná. A votação foi unânime (dez votos a zero). A decisão vale apenas para o Estado do Paraná.

Os ministros entenderam que o Poder Legislativo de cada Estado poderia deliberar sobre a venda de cerveja em estádios, considerando ainda que o consumo de bebidas alcoólicas. O julgamento virtual começou na última sexta-feira (20) e terminou na noite de quinta-feira (26).

Desta maneira, os ministros do STF rejeitaram a ação apresentada pela Procuradoria Geral da República, que pedia consideração pelo Estatuto do Torcedor, lei federal que proíbe a venda nos estádios.

A Assembleia Legislativa do Paraná, por sua vez, afirmou no processo que o Estatuto do Torcedor não proíbe, expressamente, o comércio de bebidas alcoólicas nas praças esportivas.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

No início do mês, os ministros já havia considerado constitucional a lei do Mato Grosso liberando a venda. Uma ação do Espírito Santo na mesma linha também será deliberada. Outros estados também devem buscar a liberação.

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Xodó da torcida e conselheiro da piazada. Renan Bressan fala do período no Paraná

Quando foi anunciado como reforço no começo de fevereiro, o meia Renan Bressan chegou ao Paraná Clube desconhecido por muitos torcedores, apesar do vasto currículo, que conta com partidas pela Champions League e até participação nas Olimpíadas de 2012, pela seleção da Bielorrússia.

Porém, pouco mais de um mês depois da sua chegada essa visão mudou. Foram apenas cinco jogos – nem todos como titular – com a camisa tricolor, mas o suficiente para conquistar os paranistas e virar o novo xodó.

“Tá sendo melhor do que eu esperava, até porque não fiz pré-temporada, vim de um tempo sem jogar, mas confiava no trabalho, no projeto que me foi passado e está sendo mais rápido que eu esperava”, disse ele, em entrevista exclusiva à Trio de Ferro

Neste período, o jogador foi decisivo em duas partidas. Primeiro, tinha marcado o gol da vitória por 1×0 sobre o Operário, pelo Campeonato Paranaense. Depois, fez, de falta, o último da histórica virada por 3×2 sobre o Bahia de Feira, pela Copa do Brasil. Este, aliás, está entre os mais marcantes da carreira do experiente atleta.

“Tive outros gols importantes na carreira em Champions League, eliminatórias da Copa do Mundo e até contra o Brasil (nas Olimpíadas de 2012), que talvez tenha sido o mais emocionante. Mas está em meu top-3, sem dúvida alguma, até pelo que o gol significava para o Paraná e até financeiramente”, relembrou.

Relembre a entrevista de Renan Bressan sobre a virada sobre o Bahia de Feira:

Experiência internacional Natural de Tubarão, em Santa Catarina, fez a base no Atlético Tubarão, mas nem chegou a jogar profissionalmente por lá. Aos 19 anos, embarcou para a Bielorrússia, país que ele considera a segunda casa.

Lá, jogou pelo Gomel e depois pelo BATE Borisov, onde se destacou mais, inclusive jogando Champions League. As boas atuações fizeram com que a federação local quisesse naturalizá-lo.

“(A naturalização) veio no final de 2009, três anos depois que eu cheguei lá. O treinador do sub-20 gostava do meu estilo de jogar e falou com o presidente do país. Mas tive que esperar para jogar pela seleção porque a Fifa só liberava pra jogar depois de cinco anos no país. E coicidentemente o treinador do sub-20 classificou o país para as olimpíadas e depois assumiu a seleção principal”, explicou ele.

Carreira internacional tem ajudado Renan Bressan a se firmar no Tricolor. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/Tribuna do Paraná

A espera valeu a pena. No ano em que conquistou a cidadania bielorrussa, o país estava classificado para as Olimpíadas de Londres, em 2012. Então com 24 anos, o meia foi convocado entre os três acima do limite da idade permitido. Foram três jogos e a equipe foi eliminada na fase de grupos. Porém, entre esses confrontos estava o duelo com a seleção brasileira.

O Brasil acabou vencendo o jogo por 3×1, mas o gol dos europeus foi justamente do atual jogador do Paraná Clube, o que teve um sabor especial.

“A Bielorrússia é meu segundo país, mas no futebol é o primeiro, pois foi quem abriu as portas para mim. Foi uma experiência fantástica jogar pela seleção deles. Eu queria jogar pelo Brasil, mas com uma concorrência muito maior e quando me propuseram naturalizar não pensei duas vezes”, enfatizou ele, que defendeu a seleção até 2018.

Logo após os jogos olímpicos, o meia rodou a Europa. Foi para Spartak Vladikavkaz, da Rússia, Astana, do Cazaquistão, APOEL, do Chipre, e Rio Ave e Chaves, de Portugal. Um currículo que chama a atenção e também desperta a curiosidade dos mais jovens.

‘Vovô’ do grupo

Apesar de ter apenas 31 anos, Bressan é um dos mais experientes do elenco do Tricolor, que é formado basicamente por garotos.

“Quando eu vim para o Paraná já sabia dessa situação. Sabia que o grupo era muito jovem e é normal. Eu quando mais novo também fazia pergunta para os mais rodados. É normal essa troca de informações, ainda mais que minha carreira foi quase toda fora do Brasil. Quase todo jogador sonha em atuar na Europa e agora eu estou fazendo o caminho contrário”, disse ele, que destacou o que mais aprendeu na Europa.

“A parte tática, de um dois toques… Aqui os jogadores tem mais qualidade e são mais individualistas. Eu gosto de tocar, aprendi lá fora. Aqui também não vejo tantos batedores de bola parada e isso é um ponto forte meu”, completou.

Renan Bressan dá conselhos para os mais novos no elenco do Paraná. Meia virou referência. Foto: Albari Rosa/Foto Digital/Tribuna do Paraná

Isolamento

Desse o último dia 16, o futebol brasileiro está parado. Desde então, jogadores fazem o que podem para manter a forma física.

Neste período Renan Bressan vem treinando como dá em casa, obedecendo a orientação de ficar em casa. Sem futebol para assistir, o que resta é se cuidar.

“O meu dia a dia tem sido como o da maioria dos brasileiros, ficando em casa. Tenho conseguido treinar dentro de casa, na rua em frente e estou me virando no confinamento. Nunca vai ser como treinar com o grupo, mas tenho conseguido manter a forma dentro do possível”, disse ele.

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Coritiba faz corrente pra doação de sangue e desafia Internacional nas redes sociais

O Coritiba se engajou nas redes sociais em uma campanha pela doação de sangue aos hemobancos do país. Nesta sexta-feira (27), em sua conta no Twitter, o Coxa convocou seus torcedores a virarem doadores e ainda marcou o perfil do Internacional, para começar uma corrente virtual a favor da campanha.

O receio do coronavírus afugentou doadores e os hemobancos do Estado começaram a ficar sem estoque. Cenário perigoso que pode prejudicar pacientes em estado grave.

“Vamos começar uma #correntedesangue?”, diz a postagem do Alviverde. “Os hemobancos estão precisando de doações. Se você pode, informe-se e faça o agendamento para ajudar quem precisa. A saúde não pode esperar”, prosseguiu.

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Diretor do Paraná admite que calendário brasileiro sofrerá em 2020 e pede bom senso

O diretor de futebol do Paraná Clube, Alex Brasil, admitiu a chance de o Campeonato Paranaense, assim como outros estaduais, ficar sem um campeão em 2020, por conta da pandemia do coronavírus. Segundo o dirigente, tudo vai depender do número de datas disponíveis para a sequência da temporada e que o Campeonato Brasileiro terá preferência.

“Vai ficar chato ficar um ano sem um campeão. Entendo a situação dos clubes do interior de não ter calendário. Existem pessoas que podem definir, mas tudo vai partir da maneira que for acontecer o Campeonato Brasileiro das Séries A e B. Em cima disso terá a definição das finais dos estaduais. É triste, mas se isso ocorrer, será por uma causa especial. Estamos vivendo um momento muito difícil. É um momento de ter bom senso”, disse ele, em entrevista à rádio Banda B.

Por outro lado, Alex ressaltou a importância dos estaduais e que é favorável até a uma mudança de regulamento do Brasileirão, até para ajudar os times do interior, que não terão calendário no segundo semestre.

“Acho válido. Os estaduais precisam ser valorizados. Se for uma mudança benéfica, independente do que eles façam, vejo com bons olhos. O futebol precisa disso: união e bom senso nesse momento. Para que todas as partes fiquem felizes e para dar o espetáculo que os torcedores merecem”, acrescentou.

Em relação ao seu trabalho no Tricolor, o dirigente garantiu que, apesar das dificuldades de seguir a rotina à distância – ele está com a família em São Paulo – está planejando as coisas para que quando a pandemia passar o dia a dia paranista sofra o menos possível.

“Claro que acaba impactando, porque a gente fica preso sem saber do andamento das coisas, de que forma fazer. Porém, vamos fazendo nossos contatos, temos feito nossos relatórios esperando as definições dessa pandemia para que a gente possa tocar normalmente nossas vidas, nossos trabalhos e para que toda a população possa estar bem”, afirmou o diretor.

Até a parada do futebol, o Paraná Clube estava classificado às quartas de final do Campeonato Paranaense, onde enfrentaria o Coritiba, e na terceira fase da Copa do Brasil, contra o Botafogo. No jogo de ida, no Rio de Janeiro, havia perdido por 1×0.