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Como a MP 984 afeta o futebol? Athletico se dá bem com medida

Ao alterar trechos da Lei Pelé (Lei 9.615/1998) e do Estatuto de Defesa do Torcedor (Lei 10.671/2003), a medida, válida por até 120 dias, transformou o clube mandante de um evento esportivo no dono dos direitos de arena. Ou seja, agora cabe a ele “negociar, autorizar ou proibir a captação, a fixação, a emissão, a transmissão, a retransmissão ou a reprodução de imagens, por qualquer meio ou processo, do espetáculo desportivo”.

Antes, os dois clubes que disputavam um jogo dividiam esse direito. Se um deles não concordasse, o duelo não poderia ser vendido ou transmitido.

Mas, efetivamente, como essa alteração vai atingir o futebol brasileiro? Durante o tempo de validade da MP – e é importante lembrar que há um projeto de lei específico em tramitação no Senado – é possível que os contratos de TV fechada do Brasileirão sejam afetados.

Em 2020, a Turner pode exibir 56 jogos do campeonato porque tem contrato válido com oito times (Athletico, Bahia, Ceará, Coritiba, Fortaleza, Palmeiras e Santos). colocando o gigantesco e milionário impasse entre eles de lado, o grupo de mídia americano pode ver a MP como uma brecha jurídica para tentar aumentar seu produto.

Ou seja, ao invés de um número limitado de duelos, sempre entre as equipes contratadas, poderia mostrar 152 partidas – todas aquelas em que seus parceiros forem mandantes. O SporTV, da Globo, também aumentaria seu cardápio de jogos, mas a proporção seria menor.

“A Turner, por exemplo, não comprou os direitos dos 20 clubes, mas ampliaria a possibilidade de divulgação dela com jogos onde os times que ela têm direitos detiveram o mando de campo”, diz a advogada Dayana Dallabrida, sócia do escritório VGP, que atende o Athletico.

“Aumentaria o valor de seu produto com a possibilidade de transmissão de mais jogos… Mas esse é um ponto a ser analisado pelos tribunais, se eles poderiam fazer uso dessa regra no termos que trouxe a MP. Não é algo claro”, ressalta Dayana.

Na opinião do advogado especializado em direito desportivo Eduardo Vargas, os contratos já celebrados não devem ser afetados. No entanto, o assunto está longe de estar definido.

“Evidentemente que as empresas que poderão se beneficiar com isso tentarão estender a abrangência e eficácia da medida provisória para contratos anteriores. Na minha concepção, não pode, mas a gente sabe que buscarão subterfúgios para tentar transmitir”, opina.

“É uma situação muito confusa juridicamente e uma abre brecha. Depende muito de como foram formulados os contratos, de que forma eles foram redigidos”, acredita o advogado Itamar Côrtes, que atua no direito desportivo.

Imediatamente, a MP afeta o jogo entre Bangu x Flamengo, pelo Campeonato Carioca, o primeiro jogo no país desde a pandemia essa quarta-feira (18). Pela legislação anterior, a Globo não poderia mostrar a partida por não ter fechado contrato com o Fla. Mas agora, como o mando de campo pertence ao Bangu, a emissora tem base legal para realizar a transmissão.

Da mesma forma, o Flamengo se beneficiará na sequência. O presidente Rodolfo Landim já avisou que a partida do fim de semana, conta o Boavista, será mostrada no streaming próprio clube, situação que era vedada anteriormente. A edição da MP, aliás, só saiu por pressão dos cartolas, especialmente do Rubro-negro carioca.

No caso do Athletico, a nova regra traz uma vantagem clara. O clube optou por não vender o pay-per-view (PV) para a Globo quando negociou os direitos de TV aberta. Antes mesmo da MP 984/2000, o presidente Mario Celso Petraglia chegou a encomendar estudos sobre a possibilidade de transmitir os jogos do clube em casa.

Agora, o Furacão tem caminho livre para mostrar os 19 jogos do Brasileirão na Arena da Baixada em sua plataforma de streaming, o Furacão Play. Mesmo que essas partidas eventualmente também acabem sendo exibidas pela Turner, o clube começaria a explorar o PPV próprio cinco temporadas antes das outras equipes, cujos contratos com a Globo se encerram em 2024.

Ao lado do Red Bull Bragantino, o Coritiba também tem o PPV disponível. Porém, a situação é diferente do rival, principalmente por causa dos direitos de TV aberta. O Coxa, que subiu no ano passado para a Série A, não fechou a venda desse ativo. A negociação se estendeu e, por causa da pandemia, está segue em marcha lenta.

No entanto, como vive um complicado cenário financeiro, o clube deve ser obrigado a fazer a venda conjunta (aberta + PPV), por exigência da Globo. Atualmente, esse é o cenário mais provável.

Posição da Turner

Em nota, a Turner destacou que “está analisando a Medida Provisória e avalia possíveis impactos da nova regulação”.

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Sicupira deixa hospital após suspeita de Covid-19

Maior artilheiro da história do Athletico, Barcímio Sicupira, 76 anos, pegou a torcida de surpresa nesta sexta-feira (5) após anunciar que está recuperado de uma pneumonia. Inicialmente com suspeita de Covid-19, ele ficou duas semanas internado em um hospital de Curitiba.

Responsável por 158 gols pelo Furacão, Sicupira revelou o caso em um vídeo no Instagram. “Sentiram minha falta? Andei meio sumido, não participei muito das coisas porque, por incrível que pareça, tive um problema e ninguém ficou sabendo, a não ser a família”, disse o ex-jogador.

“Tive, inclusive, ameaça do Covid-19. Eu estava bem no domingo retrasado. De repente, começou a me dar uma tremedeira, que não conseguia segurar nada na mão. Febre, náusea e a respiração curtinha. Aí, gente, o que será que é? A doença da moda é o Covid e como sou de risquíssimo [sic], digo, danou-se. Mas felizmente estou saindo hoje do hospital Costantini, mais uma vez maravilhosamente cuidado. Não tem nenhum caso de coronavírus lá. Eu tive uma pneumonia, água no pulmão direito”, completou o ídolo rubro-negro.

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Wanderlei Silva é atropelado e faz apelo para motoristas terem mais atenção com ciclistas em Curitiba

O lutador de MMA, Wanderlei Silva, foi atropelado na tarde de quarta-feira (3), próximo à Praça da Ucrânia, em Curitiba. O atleta, de 43 anos, estava de bicicleta quando acabou se envolvendo no acidente de trânsito. A reportagem apurou que o Cachorro Louco fraturou um osso do pé e teve escoriações no rosto. O curitibano usava capacete de ciclista no momento do acidente. “Se eu não estivesse de capacete poderia até ter morrido”, destacou Wand.

Ele foi atendido em um hospital da capital e liberado na sequência. “O pessoal tem que tomar mais cuidado no trânsito. Está duro de andar de bike em Curitiba”, disse Wand, em entrevista exclusiva à Tribuna.

O motorista envolvido no acidente prestou toda a ajuda ao lutador. “Ele foi super gente boa, parou e me colocou no carro dele. Outras pessoas já apareceram pra me ajudar”, destacou.

O atropelamento aconteceu um dia após o lutador ter convocado e liderado uma manifestação contra o vandalismo em Curitiba. Na noite da última terça-feira, Wanderlei Silva foi protagonista do protesto que teve como objetivo valorizar os patrimônios da cidade e exaltar a bandeira do Brasil, que havia sido queimada por vândalos na última segunda-feira.

Para quem acompanha Wanderlei Silva em suas redes sociais sabe que o atleta é um ‘amante’ do ciclismo. O lutador fez um apelo para que as autoridades responsáveis e os motoristas tenham mais atenção com os ciclistas.

“Temos muito mais ciclistas na cidade e não temos um lugar adequado para andar. Infelizmente, os motoristas não respeitam. Fiquei muito triste com esse acidente. Peço para que o pessoal tenha mais consciência no trânsito e não mexam no celular, pois isso pode custar a vida de alguém”, concluiu Wand.

Essa não foi a primeira vez que o lutador foi atropelado ao andar de bicicleta em Curitiba. Em 2016, Wand também se envolveu em um acidente e, na ocasião, o motorista fugiu do local.

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Volante que sabe sair e armador habilidoso. Conheça as apostas na mira do Athletico

Com o futebol brasileiro paralisado por causa da pandemia de coronavírus, o Athletico monitora o mercado para reforçar o elenco na sequência de 2020. E o Furacão está perto da contratação de dois meio-campistas.

José Aldo, que pertence ao Guarani de Palhoça-SC e está emprestado ao Internacional, e o colombiano Jaime Alvarado, que pertence ao Watford, da Inglaterra.

Promessa em busca de consolidação
O meia José Aldo, 21 anos, foi considerado recentemente uma das principais apostas das categorias de base do Inter. Mas, após dois anos de clube, acabou não se firmando na equipe profissional. Somou somente oito minutos em campo, no Brasileirão de 2019.

Aldo chegou ao Beira-Rio por empréstimo em 2018, após se destacar como camisa 10 e capitão do Palmeiras na Copinha daquele ano. Seus direitos econômicos pertencem ao Guarani de Palhoça-SC.

Ainda na base do Colorado, recebeu propostas de Olympique de Marselha, da França, e sondagens de Braga, de Portugal, e Fiorentina, da Itália.

“No time profissional, mostrou muito pouco. A verdade é que o Inter esperava mais dele”, analisou Leandro Behs, jornalista do Zero Hora.

“É um armador, jogador destro, mas pareceu carecer um pouco de força física. É um cara habilidoso, mas pelo menos aqui no time de cima não demonstrou uma característica mais forte de ataque e chute a gol, se mostrando um pouco burocrático, nos treinos e jogos. O Inter acabou decidindo não investir para comprar os seus direitos”, prosseguiu.

José Aldo chegou ao Inter em 2018. Foto: Ricardo Duarte/Inter.
Apesar de tudo, Behs considera o jovem uma boa aposta do Furacão. “Ele não é genial, mas é um jovem que bem trabalhado pode virar promissor. Aqui no Inter pudemos ver muito pouco dele no time de cima”, terminou.

No Rubro-Negro, atuando como armador, poderia disputar posição com Léo Cittadini, Fernando Canesin, Marquinhos Gabriel e Nikão.

Nacionalidade colombiana, formação europeia
Apesar dos apenas 20 anos, o volante Jaime Alvarado já tem experiência de sobra. Colombiano, o jovem tem a carreira formada no Velho Continente. Logo aos 16 anos, foi contratado para atuar nas categorias de base da Udinese, da Itália, sendo capitão do time e obtendo destaque.

Assim que completou 18 anos, assinou contrato como Watford, da Inglaterra, mas acabou emprestado para times da segunda divisão da Espanha, defendendo Valladolid (2017/18), Hércules (2018/19) e Badalona (2020), somando 47 jogos por essas equipes, além de passagens pelas seleções de base de seu país, tendo disputado o Mundial sub-20, e 2019.

O próprio atleta se descreve como uma peça capaz de roubar bolas na defesa e distribuí-las com precisão para o setor ofensivo. “Sou um jogador que gosta de recuperar a bola e ser preciso ao entregá-la. Eu realmente gosto da maneira como o Sérgio Busquets toca”, explicou ao Watford Observer, em 2017, citando o volante espanhol titular do Barcelona e da seleção da Espanha.

Alvarado pertence ao Watford, mas atualmente está emprestado ao Badalona, da terceira divisão espanhola. Foto: Divulgação/Badalona
Portanto, no Athletico de Dorival Júnior, poderia disputar posição tanto com Wellington, que atua como primeiro volante, como com Erick, volante que sai mais para o jogo. Além destes, poderia eventualmente disputar posição com Léo Cittadini, na mira de clubes europeus, e também com o veterano Lucho González.

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STJD absolve Brasil de Pelotas e confirma rebaixamento do Londrina

O Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) absolveu na manhã desta quinta-feira (4) o Brasil de Pelotas por não ter cumprido com o fair-play financeiro na Série B do Campeonato Brasileiro. Com isso, foi confirmado o rebaixamento do Londrina para a Terceira Divisão.

O departamento jurídico do Tubarão pedia a punição do clube gaúcho com a perda de pontos na disputa da Segundona do ano passado. Assim, a equipe paranaense conseguiria se manter nesta divisão para a temporada de 2020. O pedido foi feito por conta de uma denúncia do lateral-esquerdo Pará, que revelou o atraso de salários no Xavante.

A defesa do Brasil de Pelotas destacou que a dívida com o atleta já havia sido paga. Por outro lado, o advogado do Londrina, Paulo Schmitt, afirmou que o clube irá recorrer em todas as instâncias. O julgamento desta quinta foi em primeira instância.

O Londrina acabou rebaixado para a Terceirona no ano passado ao ficar em 17º lugar, com 39 pontos, cinco a menos que o Brasil de Pelotas.

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Athletico encaminha a contratação do zagueiro Edu, do Cruzeiro

O Athletico está fechando a contratação do zagueiro Edu, 19 anos, do Cruzeiro. A informação foi divulgada inicialmente pelo repórter Léo Gomide, da rádio 98 de Belo Horizonte.

Para adquirir 70% dos direitos econômicos do atleta, o Furacão deve desembolsar cerca de 500 mil euros, o equivalente a R$ 3 milhões. Edu estreou no profissional neste ano e disputou três partidas.

O jogador, inclusive, já teve propostas maiores no passado do futebol europeu, mas na época a Raposa decidiu não fechar o negócio. Porém, diante da crise financeira do clube mineiro, a situação mudou.

O Athletico já tinha mostrado interesse em Cacá, outro jovem zagueiro do Cruzeiro. Porém, o negócio não se concretizou.

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Ranking: melhor time paranaense na história do Brasileirão; veja o vencedor da eleição e vote!

Qual é o melhor time paranaense da história do Brasileirão? A Gazeta do Povo/Tribuna convocou 35 integrantes da imprensa do estado para responder a difícil pergunta. O critério? Posição na disputa, aproveitamento de pontos, aspectos técnicos e táticos, perspectiva histórica, mais craques, mais carisma, futebol mais bonito, clima na torcida e na cidade etc!

Veja abaixo o resultado, com os 10 melhores! E faça a sua escolha ao final…
10º – Coritiba 1998 (79 pontos)

Arquivo/Gazeta do Povo
Com elenco repleto de destaques, como Régis, Gelson Baresi, João Santos, Sinval e Macedo, terminou a primeira fase em 3º, com apenas três derrotas. Nas quartas, foi eliminado pela Portuguesa. Aproveitamento de pontos: 56,4%.

Time-base: Régis; Reginaldo Araújo, Gelson Baresi, Flávio e Rubens Júnior; Struway, Luis Carlos, João Santos e Sandoval; Macedo (Cleber) e Sinval. Técnico: Dario Pereyra.

9º- Coritiba 1980 (90 pontos)

Acervo Helênicos
Quarto colocado, venceu seu grupo na 1ª fase, contra Grêmio, São Paulo e Vasco. Passou ainda por duas fases, na última superando Botafogo, Corinthians e, novamente, Grêmio. Chegou à semifinal, batido pelo Flamengo de Zico. Aproveitamento de pontos: 60%*.

Time-base: Moreira; Wilson, Eduardo, Gardel e Gilson Paulino; Almir, Vilson Taddei e Luis Freire; Aladim, Leomir e Escurinho. Técnico: Mario Juliato.

8º- Athletico 2013 (92 pontos)

Arquivo/Gazeta do Povo
No ano em que voltou à elite, surpreendeu e garantiu vaga na Libertadores ao terminar em 3º lugar. Com 65 gols, teve o segundo melhor ataque e fez o artilheiro: Éderson, 21 gols. Aproveitamento de pontos: 56,1%.

Time-base: Weverton; Léo, Manoel, Luiz Alberto e Pedro Botelho; Deivid, Zezinho, Paulo Baier e Éverton; Marcelo Cirino e Ederson. Técnico: Vagner Mancini.

7º- Coritiba 2003 (101 pontos)

Arquivo/Gazeta do Povo
Quinto colocado, com vaga na Libertadores. Equipe que se sobressaiu pela defesa, 5ª melhor, com 58 gols sofrido. Tinha ainda bons nomes ofensivos, como Tcheco e Marcel, que marcou 20 gols. Aproveitamento de pontos: 52,9%.

Time-base: Fernando Prass; Odvan, Fabricio e Reginaldo Nascimento; Ceará, Roberto Brum, Tcheco, Jackson e Adriano; Edu Salles (Lima) e Marcel. Técnico: Paulo Bonamigo.

6º- Coritiba 1973 (116 pontos)

Acervo Helênicos
Terminou em 8º, com um time recheado de craques. Na 1ª fase, que contava com 40 clubes, ficou em 10º. Na segunda, ficou em 4º, a apenas uma vitória de chegar ao quadrangular final. Aproveitamento de pontos: 58,1%*.

Time-base: Jairo; Orlando, Oberdan, Cláudio Marques e Nilo; Hidalgo e Negreiros; Leocádio (Tião Abatiá), Zé Roberto, Hélio Pires e Aladim. Técnico: Tim.

5º- Athletico 1983 (161 pontos)

Arquivo/Gazeta do Povo
Terceiro lugar, eliminado pelo campeão Flamengo, de Zico, Júnior, Leandro e Raul. Na ida, no Maracanã, 3×0 para os cariocas. Na volta, recorde de 65 mil pessoas no Couto, o Furacão, da dupla Washington e Assis, fez 2×0. Aproveitamento de pontos: 58,3%*.

Time-base: Roberto Costa; Sotter, Flavio, Jair e Sérgio Moura; Detti, Nivaldo, Abel e Capitão; Assis e Washington. Técnico: Helio Alves.

4º- Paraná 2006 (168 pontos)

Arquivo/Gazeta do Povo
Quinto lugar, conquistando vaga na Libertadores. Após começo ruim, deslanchou após a parada para a Copa do Mundo e se manteve entre os primeiros a maior parte do tempo. Melhor campanha da história do clube. Aproveitamento de pontos: 52,6%.

Time-base: Flávio; Peter, Gustavo, Edmilson e Eltinho (Edinho); Pierre, Beto, Batista (Emerson) e Sandro (Maicosuel); Cristiano e Leonardo. Técnico: Caio Júnior.

3º- Coritiba 1985 (281 pontos)

Arquivo/Gazeta do Povo
Começou mal, mas venceu o 2º turno da 1º fase, deixando para trás Fluminense, Botafogo, Palmeiras e Grêmio. Depois, eliminou Corinthians e Atlético-MG. Decidiu com o Bangu e foi campeão nos pênaltis. Aproveitamento de pontos: 53,4%.*

Time-base: Rafael, André, Gomes, Heraldo e Dida; Almir (Vavá), Marildo e Tóbi; Lela, Edson e Índio. Técnico: Ênio Andrade.

2º- Athletico 2004 (297 pontos)

Arquivo/Gazeta do Povo
Por pouco, não faturou o bi. Perdeu a liderança nas últimas rodadas e terminou com o vice, com 93 gols, sendo 34 de Washington, maior artilheiro de uma mesma edição. Aproveitamento de pontos: 62,3%.

Time-base: Diego; Marinho, Rogério Corrêa e Marcão; Fernandinho, Alan Bahia, Fabiano, Jádson e Ivan; Dênis Marques (Dagoberto) e Washington. Técnico: Levir Culpi.

1º- Athletico 2001 (329 pontos)

Arquivo/Gazeta do Povo
Campeão, fez grande primeira fase, terminando em segundo. E foi avassalador no mata-mata, contra São Paulo, Fluminense e o São Caetano. Quatro vitórias e Alex Mineiro inspirado: oito gols. Aproveitamento de pontos: 76,3%.

Time-base: Flávio; Gustavo, Nem e Rogério Corrêa; Alessandro, Cocito, Kléberson, Adriano e Fabiano; Kléber e Alex Mineiro. Técnico: Geninho.

As regras
Selecionamos 14 times históricos em participações em Campeonato Brasileiro da Primeira Divisão, a principal competição do país, desde 1971 – ou seja, equipes que brilharam em outras disputas, como Copa do Brasil, Sul-Americana e Libertadores, não foram consideradas. Cada votante fez seu ranking pessoal, do 1º ao 10º colocado. Na apuração, o 1º ganhava dez pontos, o 2º nove, o 3º oito e assim por diante, até o 10º, com um.

*Aproveitamento de acordo com regulamento da época, quando vitórias valiam dois pontos.

Curiosidades
Os outros quatro times, que não entraram no top 10, ficaram distribuídos da seguinte forma: 11º Londrina 1977 (72 pontos), 12º Paraná 2003 (51 pontos), 13º Athletico 1996 (48 pontos) e 14º Paraná 2005 (33 pontos).
O Athletico campeão brasileiro de 2001 ficou entre os três primeiros colocados no ranking de todos os votantes.
O Furacão de 2004, com 297 pontos, apareceu entre um dos quatro melhores de 34 dos 35 os votantes, lembrado por 11 na 1ª colocação, como o melhor esquadrão paranaense da história em Brasileirão.
O Coritiba campeão de 1985 esteve entre os 10 de 34 dos 35 votantes, eleito o melhor time por dois e no top 3 em 27 oportunidades.
Cinco equipes foram votadas como a melhor de todos os tempos. Além dos três primeiros colocados, também o Paraná de 2006 e o Coritiba de 1973. Já no top 3 foram citados também o Coritiba de 1998 e o Londrina de 1977.
Os votantes
Adriano Ribeiro (Gazeta do Povo/Tribuna), André Pugliesi (Gazeta do Povo/Tribuna), André Ribas, Carneiro Neto (Gazeta do Povo/Tribuna), Cristian Toledo (Gazeta do Povo/Tribuna e RPC), Daniel Malucelli (Gazeta do Povo/Tribuna), Daniel Piva (Transamérica), Diogo Souza (Gazeta do Povo/Tribuna), Felipe Dalke (Banda B), Fernando Freire (GloboEsporte.com), Fernando Gomes (Transamérica), Fernando Rudnick (Gazeta do Povo/Tribuna), Greyson Assunção (Banda B), Guilherme de Paula (Transamérica e Rede Massa), Guilherme Moreira, Jairo Júnior (Transamérica), Jairo Silva (Transamérica), Juliana Fontes (Gazeta do Povo/Tribuna), Julio Filho (Gazeta do Povo/Tribuna), Luana Kaseker, Luciano Balarotti (Gazeta do Povo/Tribuna), Luiz Ferraz (Banda B), Marcelo Fachinello (Transamérica), Marcelo Ortiz (Banda B), Monique Silva (GloboEsporte.com), Monique Vilela (Banda B), Nadja Mauad (RPC), Nícolas França (Transamérica), Rafael Porto (Transamérica), Ricardo Brejinski (Gazeta do Povo/Tribuna do Paraná), Ricardo Sabbag (Gazeta do Povo/Tribuna do Paraná), Robson De Lazzari (Transamérica e Rede Massa), Robson Martins (Gazeta do Povo/Tribuna do Paraná), Rogério Tavares (RPC) e Thiago Ribeiro (RPC).